Já anteriormente aqui referidos no Altamont, Os Moriarty apresentaram-se em Lisboa, sexta feira passada, dia 9 no Instituto Franco-Português no auditório principal. Um concerto que correspondeu, e de que maneira, às expectativas criadas por este grande disco Gee Whiz But This Is A Lonesome Town. Formada por 5 elementos e liderada por uma vocalista com uma grande voz, os franceses Moriarty (embora tenham elementos dos EUA,Vietname e Suiça) trazem um som que não tem um lugar específico. Tanto podemos estar no oeste selvagem em "Jimmy" como na vaudeville em "Lovelinesse". O seu som vai beber ao folk ("Private Lilly", "Tagono-ura"), blues ("Motel"), country ("Cottonflower", "Whiteman's Ballad"), cabaret ("Animals Can't Laugh"), tendo, também, uma boa dose de excentricidade revelada ao vivo através dos seus elementos que trocam constantemente de instrumentos. Imaginem os Vay con Dios indie, mais excêntricos e com maiores influências. Apesar de ter sido editado já em 2007, ainda é o único trabalho desta banda, a qual ficamos à espera de mais. Em Lisboa e, presumo, nas outras cidades portugueses onde tocaram, também ficam à espera de mais. Dois polegares para cima.
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13 outubro 2009
Moriarty - Gee Whiz But This Is A Lonesome Town (2007)
Já anteriormente aqui referidos no Altamont, Os Moriarty apresentaram-se em Lisboa, sexta feira passada, dia 9 no Instituto Franco-Português no auditório principal. Um concerto que correspondeu, e de que maneira, às expectativas criadas por este grande disco Gee Whiz But This Is A Lonesome Town. Formada por 5 elementos e liderada por uma vocalista com uma grande voz, os franceses Moriarty (embora tenham elementos dos EUA,Vietname e Suiça) trazem um som que não tem um lugar específico. Tanto podemos estar no oeste selvagem em "Jimmy" como na vaudeville em "Lovelinesse". O seu som vai beber ao folk ("Private Lilly", "Tagono-ura"), blues ("Motel"), country ("Cottonflower", "Whiteman's Ballad"), cabaret ("Animals Can't Laugh"), tendo, também, uma boa dose de excentricidade revelada ao vivo através dos seus elementos que trocam constantemente de instrumentos. Imaginem os Vay con Dios indie, mais excêntricos e com maiores influências. Apesar de ter sido editado já em 2007, ainda é o único trabalho desta banda, a qual ficamos à espera de mais. Em Lisboa e, presumo, nas outras cidades portugueses onde tocaram, também ficam à espera de mais. Dois polegares para cima.30 setembro 2009
Talvez Relacionado #15
Hoje venho para aqui partilhar uma cena descoberta pelo caríssimo contribuinte e fundador deste blog. Visto que demorou nas curvas, ultrapassei-o e chego aqui primeiro para a partilha dos Moriarty. Deles li num site que são "A real troupe of modern bohemian gypsies, their concerts are like happenings. Free, innocent and magnificent, like music should always be." O tema que escolhi para os apresentar chama-se "Private Lily" e acho que é um excelente cartão de visita.
Vão estar por Portugal na próxima semana, com concertos agendados para Braga, Águeda, Torres Novas e Lisboa, este último no Instituto Franco-Português a 9 de Outubro. Se vos parecer interessante, nada como espreitar...
Enjoy!
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