11 julho 2011

Concertos da Semana - 11 a 17 Julho

Sem tempo para parar (e para quê parar, no fundo...) esta semana que hoje começa traz-nos o Festival com o provável melhor cartaz do ano, o Super Bock Super Rock. The Strokes, Arcade Fire, Arctic Monkeys, Tame Impala, The Walkmen, Elbow, The Vaccines, Portishead e tantos outros, absolutamente a não perder em nova edição do certame na Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco. Em Gaia, o Marés Vivas traz-nos este ano, entre outros, o incansável Manu Chao e os Tindersticks.

Agenda
11. Foge Foge Bandido - Porto
14. The Gift - Casino Estoril
14. Festival Super Bock Super Rock - Meco
14. Festival Marés Vivas - Gaia
15. Festival Super Bock Super Rock - Meco
15. Festival Marés Vivas - Gaia
15. El Guincho - C.C. Vila Flor, Guimarães
16. Festival Super Bock Super Rock - Meco
16. Festival Marés Vivas - Gaia
16. Frankie Chavez - Casa da Música

Super Bock Super Rock
Dia 14
Palco Super Bock
Arctic Monkeys - 00h45
Beirut - 23h00
The Kooks - 21h40
The Walkmen - 20h20
Sean Riley & The Slowriders - 19h15
Palco EDP
Lykke Li - 00h10
El Guincho - 22h30
Tame Impala - 21h10
The Glockenwise - 20h00
Palco@Meco: James Murphy - 04h00; Tim Sweeney - 02h00; Tiago Miranda - 00h30; Rui Murka - 23h00; Nicolas Jaar - 22h00; Mary B - 21h00



Dia 15
Palco Super Bock
Arcade Fire - 00h45
Portishead - 22h50
The Gift - 21h20
Rodrigo Leão & Cinema Ensemble - 20h00
Noiserv - 19h00
Palco EDP
Chromeo - 02h00
The Legendary Tigerman - 22h10
B Fachada - 20h50
L.A. - 19h45
Palco@Meco: Sven Vath - 03h30; Rui Vargas - 02h00; Makam - 01h00; Dorian Paic - 23h00; John Waynes - 22h00; Kaspar - 21h00



Dia 16
Palco Super Bock
The Strokes - 00h35
Slash - 23h05
Elbow - 21h45
Brandon Flowers - 20h15
X-Wife - 19h15
Palco EDP
The Vaccines - 23h45
Ian Brown - 22h25
Junip - 21h10
Paus - 20h00
Palco@Meco: Ricardo Villalobos - 03h30; João Maria & Zé Salvador - 01h00; Sasha Dive - 23h30; Guillaume & The Coutou Dumonts - 22h30; Kaeser & Henriq - 21h00



Festival Marés Vivas - Vila Nova de Gaia
Dia 14: Manu Chao; Xutos & Pontapés; Natiruts; Anaquim; Pitt Broken
Dia 15: Moby; Skunk Anansie; Expensive Soul; Classificados; Mendes & João Só
Dia 16: Mika; The Cranberries; Tindersticks; Aurea; Os Azeitonas; Mia Rose

Playlists: iFrod 11-07-2011

Bem, aqui segue uma das minhas playlists de aniversário...

07 julho 2011

Álbum de Estimação: Yo La Tengo - "And Then Nothing Turned Itself Inside-Out" (2000)

Os Yo La Tengo são uma banda que ando a descobrir de trás para a frente. Ou seja, comecei em 2007 com uma compra espontânea do álbum mais recente deles na altura, de nome I Am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass. O nome só por si já mereceria gastar uns euros, mas adicionando o facto de ter ouvido aqui e ali uns burburinhos sobre a banda foi mesmo impossível resistir. Depois fui ouvindo. E gostando. Descobrindo música a música. Também em 2007 o IndieLisboa deu-me a possibilidade de assistir a "Old Joy", um filme da neste momento consagrada Kelly Reichardt, cuja banda sonora foi totalmente composta pelos Yo La Tengo. Em 2009 quando saiu o álbum seguinte (e neste momento último), Popular Songs, fui provavelmente a primeira pessoa de Portugal a comprá-lo. Pretensioso? Talvez. Mas o que é certo é que estava em pre-order na amazon e assim que ficou disponível trataram de me enviar. Depois disso e do excelente concerto na Aula Magna o ano passado já não havia dúvidas - estava na hora de ir à conquista dos restantes 25 anos (!!!) e 10 álbuns da banda. E assim está a ser. Dos 10 já levo 4 ouvidos com a devida atenção. E é desses 4 que vou destacar este And Then Nothing Turned Itself Inside-Out que foi o que ganhou um lugar especial. E ganhou-o de uma forma que parece simples - basta uma das mais perfeitas músicas de amor, "Our Way to Fall" (não resisto a colocar aqui a letra da música), duas músicas primaveris perfeitas de nome "You Can Have It All" e "Let's Save Tony Orlando's House", guitarras com distorção a fazerem maravilhas em "Cherry Chapstick". Ou seja uma bela demonstração do que a banda é capaz, da diversidade que almeja e consegue atingir. O trio Ira Kaplan, Georgia Hubley e James McNew apostou neste álbum numa base mais serena, tranquila, a que não é alheia a própria capa do álbum. Vejam como tudo parece calmo e sereno no bairro, tirando o pequeno pormenor/pormaior de estar em curso o que parece ser um sequestro por aliens.
Resumindo, deixa água na boca para continuar a pesquisar mais. E acho que isto é o melhor que pode acontecer a alguém - suscitar a curiosidade por mais. Experimentem já aqui em baixo. Aviso que correm o risco de terem de ir atrás dos restantes trabalhos da banda.