16 setembro 2009

Editors - 10/12/2009 @ Campo Pequeno

Os britânicos Editors estão de regresso a Portugal para promover o terceiro álbum da carreira intitulado "In This Light and On This Evening". O quarteto de Birmingham, formado em 2002, conseguiu com os dois primeiros albuns vender mais de 2 milhões de cópias pelo mundo fora, o que na conjuntura musical da década é bem interessante. Tirando as bandas/artistas 1-2-3 pré-fabricadas pela MTV em conjunto com algumas grandes editoras discográficas, com, reconheçamos, algum talento de alguns músicos, e que vendem a rodos, para este tipo de bandas como os Editors não é fácil chegar a este tipo de números. São bandas que, ou se perdem depois do segundo ou mesmo do primeiro album, ou que realmente se conseguem impôr na cena musical, e que são mais poucas que muitas. A julgar por "The Back Room" (2005) e "An End Has A Start" (2007), Tom Smith e companhia têm todas as condições para singrar. Segundo o vocalista, este terceiro novo registo é mais cru e sintético, sendo também mais eléctrico. Confesso que tenho uma grande expectativa para ouvir este novo disco. Se há algo de característico nos Editors é sem dúvida o equilibrio e a consistência do som que apresentam e para quem já os viu ao vivo pode concordar que são fortes e envolventes em palco. A não perder certamente!

A todos, um abraço,

Self Pollution Radio

8 de Janeiro de 1995. Um grupo de amigos junta-se na casa de um deles para tocarem uma músicas. E já que vão juntar-se para tocar, porque não gravar a coisa? E já que se vai gravar, será que há alguma rádio interessada em acompanhar e emitir em directo? Foi assim que o mundo ficou a conhecer o "Self Pollution Radio", um programa de 4 horas que foi oferecido gratuitamente às rádios. Importante referir que o dono da casa em questão se chama Eddie Vedder e os seus amigos são os membros dos Soundgarden, Mad Season, The Fastbacks, para além de Mike Watt, Dave Ghrol, Krist Novoselic e os seus próprios companheiros de banda. É durante esta emissão que é também anunciado oficialmente o novo baterista dos Pearl Jam - Jack Irons, ex-membro de RHCP e Eleven. Isto, meus amigos, é o que se pode chamar Music History on the making. E como tal aqui vou deixar 15 das músicas gravadas nessa sessão. É só carregarem no play e irem ouvindo, passa automaticamente para a seguinte.


Enjoy!

14 setembro 2009

iFrod Shuffle 14-09-09

John Spencer Blues Explosion

Feeling ou Marketing?

Álbuns da Década: #12

Arcade Fire - Funeral (2004)




Dez músicas apenas foram o suficiente para tornar os Arcade Fire na banda do século XXI. A banda canadiana, formada por vários elementos, destacando-se Wil Buttler e sua mulher Régine trouxe uma empatia com o público que há muito não se via. Os seus concertos são uma epifánia, as suas músicas épicas sobre morte, violência, catástrofes e corrupção empregam várias figuras de estilo. Contêm a catárse e o climáx. Uma mistura entre Bowie, Waters, Springsteen e Dylan aliado a uma visão imensa de uma big band em palco, com todo o tipo de instrumentos e não só, fazem dos Arcade Fire a banda que todos nós queremos que durem porque, se o primeiro disco Funeral foi imenso, a sequela Neon Nible não lhe ficou atrás. Aguardamos, então, ansiosamente o terceiro capítulo desta "bela" história.

Álbuns Década: #12

The White Stripes - Elephant (2003)



MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com


Muitos não sabem, mas "Elephant" é já o quarto álbum dos White Stripes. Apesar de o seu predecessor, "White Blood Cells" ter tido já alguma atenção, foi com "Elephant" que a banda formada por Jack e Meg White se tornou num dos expoentes do garage rock, uma mistura em doses certas de punk e blues, de composição simples e bem ritmada. Começando logo pelo single fácil de entrar no ouvido "Seven Nation Army", o álbum vai-se transformando música a música, passando por baladas como "In the Cold Cold Night", a excelentes exercícios rock com "The Hardest Button to Button", "I Just Don't Know What to do With Myself" e "Hypnotise". E nunca se torna aborrecido...

11 setembro 2009

Cats on Fire@Maxime - 10/09/09

O Altamont (através de 3 dos seus elementos, acompanhados de 2 groupies) marcou presença ontem à noite no Maxime para o concerto desta banda finlandesa, atraídos por 2/3 músicas ouvidas no YouTube e recomendação de amigos, aproveitando assim uma boa forma de passar uma agradável noite de Quinta-Feira. E foi mesmo muito agradável o concerto. Os Cats On Fire são ainda uma banda desconhecida no nosso país, mas ainda conseguiram reunir cerca de 60/70 pessoas e pareceu-me que todas saíram satisfeitas. O seu som é muito à base de indie-pop, fazendo lembrar por vezes uns Belle & Sebastian, e por outras os Smiths. A voz do vocalista Mattias é mesmo muito parecida à de Morrissey e não é por acaso que a crónica do ípsilon se intitula "Nostálgicos dos Smiths, uni-vos e gastai dez euros". Foi bastante animado, e deu vontade de dar-lhes um pouco mais de tempo de iPod. Algumas (más) fotos:




Enjoy!

Fundo do Baú #2

Esta estava mesmo mesmo lá no fundo e foi trazida à tona pelos Cats on Fire no concerto de ontem. O vocalista disse que ia fazer uma cover de uma música inglesa, de 1997, dos White Town, "Your Woman" but it didn't ring any bell. Mas quando a música começou senti o cérebro a processar, alguém cá em cima a mexer nas gavetinhas e começou a fazer-se luz. Fiquei com uma ideia, mas ainda nublada, até chegar a casa e não conseguir controlar a vontade de me lembrar. E foi isto que saiu. Parece-me que estamos perante uns "One Hit Wonders" no seu esplendor... Espero que vos traga boas memórias...



Enjoy!