02 outubro 2008

The Knack - Get the Knack (1979)

De 1979, em plena New Wave, chega-nos a estreia dos Knack. Um disco que rapidamente chegou aos tops muito por causa do hit, My Sharona. Música essa, que o próprio Kurt Cobain disse ter sido uma das razões pela qual formou uma banda.
Pegando na pop dos anos 60, mais ao nível de Kinks ou The Who, os Knack moldaram-na ao estilo dos tempos, a New Wave, tão em voga em bandas como Blondie, Elvis Costello ou Squeeze. Um grande álbum que acabaria por ser o seu único de registo, já que a partir daqui foi sempre a descer.

01 outubro 2008

British Invasion

Bandas como os Kinks, Them, Animals ou Spencer Davis, passando claro pelos Beatles e Stones, entre outros, pegaram no antigo rock n' roll americano e transformaram-no de uma maneira muito própria. Fizeram o público americano voltar a gostar da sua própria música. O contra-ataque americano veio pelas vozes dos Birds ou Buffalo Springfield, desaguando mais tarde em São Francisco, donde viria a nascer o Rock Psicadélico.

30 setembro 2008

Yeasayer - All Hour Cymbals (2007)

De Brooklyn, NY, bairro mítico de onde são, também, originárias bandas como MGMT e Vampire Weekend, chega-nos aos ouvidos a banda Yeasayer. Com um misto de Rock Psicadélico, Folk, Experimental e sons africanos, o álbum All Hour Cymbals cria um mundo entre vários sons, originando uma textura musical muito característica. O ambiente pausado e extendido é óptimo para uma noite mais intimista e reflexiva. Embora não muito divulgado, este disco foi editado no final de 2007. Fica então aqui a sugestão de mais uma boa banda a sair desse bairro tão criativo.

02 julho 2007

Arcade Fire - Neon Bible (2007)

Em semana de mais um festival Super Bock Super Rock, este ano marcado por um cartaz indie, o que revela particular atenção por parte dos organizadores em relação ao que se passa na cena musical nos dias de hoje, o álbum da semana recai sobre Neon Bible, segundo disco de originais daquela a que muitos chamam a banda do século XXI: Arcade Fire.
Após a fantástica estreia de Funeral, trabalho marcado pelas mortes de vários entes queridos aos membros da banda, os canadianos de Montreal lançaram em Março deste ano, o sucessor, Neon Bible. Para este álbum, os Arcade Fire compraram uma igreja e foi precisamente aí que resolveram gravar grande parte das músicas, especialmente devido ao efeito de acústica que o espaço oferecia e ainda porque continha um grande piano que passaria a ser o mote deste disco, bem visível em "Intervention". Com um começo algo aterrador em "Black Mirror", digno de banda sonora com fundo mais sombrio, os Arcade Fire mostram um lado mais político e sobretudo mais negro do que em Funeral. O mundo não é, já, um sítio tão bonito como se poderia pensar. Há injustiças em todo o lado, até na própria igreja. Para uma banda que conta com quase tantos elementos como uma equipa de futebol, os Arcade Fire conseguem fazer uma fusão entre as várias vozes, instrumentos e personalidades que acaba por criar uma espécie de grande orquestra. O tema sombrio de Neon Bible denota-se um pouco por todo o disco como em "Black Wave/ Bad Vibrations", "Antichrist Television Blues", uma mistura de Dylan com Springsteen e "Windowsill". Vão ainda recuperar um clássico do seu primeiro EP, No Cars Go, tornando-a ainda mais forte e épica.Tal como no disco anterior, o género épico está bem vincado nas músicas da banda. A tal palavra muito empregue para definir os canadianos, catarse, é palavra de ordem, no entanto, ao contrário de Funeral, aqui as almas não são lavadas, mas sim mais enegrecidas. Neon Bible é, sem dúvida alguma, um digno sucessor de Funeral. Não é mais do mesmo. São os Arcade Fire, novamente no seu melhor e a demonstrar que não são apenas hype de comunicação social. São uma banda a sério e vão voltar a demonstrá-lo dia 3 no festival Super Bock Super Rock.

27 junho 2007

The Rolling Stones - Alvalade - 2007




No imaginário de muitas pessoas, o concerto rock está intimamente ligado ao estádio. A visão de um sítio aberto, amplo e povoado por milhares de pessoas a cantar em uníssono com a banda ou cantor faz parte do imaginário colectivo de muitos de nós. É, por vezes, uma experiência transcendental. Ora, todo este misticismo que se convoca quando falamos de um concerto, e, sobretudo num estádio traz vivas memórias à mente das pessoas. Há duas coisas que nos saltam logo à cabeça: sol e confraternização. E pode se perguntar “sol? Mas a maior parte dos concertos ocorre à noite”. Nada mais correcto, no entanto, é o ínicio que nos deixa aquele sorriso na boca, aquele gosto que perdurá sempre na memória quando nos lembramos de concertos que fomos há anos e anos.

Claro que há muitas pessoas trabalham ou estudam até tarde e fazem tudo por tudo só para chegar a tempo do primeiro acorde da banda principal, no entanto, para quem pode saborear todo o momento de um concerto rock, torna-se, sem exagero, em uma das grandes experiências na vida. A excitação que se começa a sentir no dia anterior até à caminhada que se faz até à porta do estádio faz parte deste misticismo clássico do que é assistir a um concerto. Até a confraternização à porta do estádio nos sítios clássicos para comer a bifana e a imperial é, também, uma celebração. Não obstante o facto de se ter modernizado os estádios, as organizações dos eventos serem já impecáveis, o bichinho mantém-se inalterável.

Quando falamos em Rolling Stones, essa imagem torna-se ainda mais vívida, e é, sem dúvida, uma celebração da música.
A vinda de uma banda tão conceituada e tão consagrada ao nosso país é sempre uma notícia relevante. E nem o facto de todos os elementos da banda estarem na casa dos sessenta anos, de já ser a quinta vez que visitam o nosso país e, sobretudo, por ainda o ano passado terem actuado no Estádio do Dragão, no Porto, retirou a chama de mais um concerto em Portugal.

Se da primeira vez que se fizeram ouvir em Portugal, a maioria das pessoas presente já eram pais, ontem, em Lisboa, muitos desses já eram avós e vinham acompanhados por filhos e, imagine-se, também pelos netos. Três gerações em perfeita sintonia com o som. A música tem tanto o poder de separarar geracionalmente como, depois, para unir.

No exterior do estádio, grupos de amigos reuniam-se ao sabor de vários tragos de cerveja, entoando clássicos da banda britânica. O ambiente começava a compôr-se e, entre lembranças de concertos anteriores e conversas sobre desculpas que deram aos patrões para estarem mais cedo à porta do estádio, o alarido de sirenes policiais fazia-se sentir.

O cortejo Stones começava. Um a um começavam a chegar os elementos da banda a Alvalade. Cada em sua viatura. Mick Jagger filmava enquanto passava entre a multidão. Talvez para introduzir essas imagens num futuro DVD da banda que se prevê para o fim da digressão. Um pouco à imagem do que Bryan Adams fez na sua passagem por Portugal, o que resultou num DVD ao vivo no nosso país.

Com o abrir das portas pelas 17 horas, algumas pessoas tentavam já marcar o seu lugar o mais perto possível do palco, como que dizendo, “Mick e Co. Estamos presentes!”.
Entre a abertura de portas e as 20 horas, momento em que os Jet começavam a primeira parte do espéctaculo, poucas eram as pessoas no interior do estádio, o que parecia fazer crêr que afinal este concerto dos stones ia ser marcado por uma muito baixa assistência. Assistência esta que, de tempos a tempos, ia se animando com o som que se fazia ouvir pelas grandes colunas do palco. Uma grande obra de arte, fazendo parecer uma nave espacial repleta de luzes.

Ainda os últimos raios de sol se faziam sentir no interior do estádio de Alvalade quando os quatro elementos da banda Australiana Jet invadiram o recinto. Bastante inspirados por bandas como Rolling Stones, Oasis, Kinks e até AC/DC, os Jet foram buscar o seu nome a uma música de Paul Mccartney. Com o intuito de tentarem agarrar o (pouco) público presente no recinto, os Jet apenas tocaram músicas mais a rasgar, com especial destaque para a Are you gonna be my girl, tema usado pela companhia Vodafone, que os levou para a ribalta. No entanto, apesar de a banda ter alguma vontade e alguma postura, não conseguiram fazer grande mossa entre a multidão. Talvez porque afinal não saibam mesmo fazer o que anunciavam ao mundo aquando do seu primeiro disco, citando uma máxima do ídolo Keith Richards “Some bands know how to rock, but they don’t know how to roll”. Após cerca de quarenta e cinco minutos ao som das músicas mais fortes da banda, o concerto chegava ao fim e chegava ao fim também a espera de milhares de pessoas para verem os seus artistas favoritos. A noite tinha caído em Lisboa, e via-se nos ecrâs gigantes imagens e sons da banda que se formou em Londres em 1962. As luzes do palco desligaram-se, o público, agora em muito maior número, começava a ir ao rubro. Uma panóplia de cores, objectos e fogo de artifício fizeram-se sentir e ao fundo do palco já se viam os elementos dos Stones. Ia começar o Show.
Apostas para qual seria a primeira música começavam-se a fazer. A espera tinha acabado. Start me up era mesmo a inicial e assim abriu o espectáculo.

Mick,Charlie,Ron e Keith, acompanhados pelos já habituais membros da banda de suporte começaram a mostrar que, afinal, a idade ainda é um posto e deram mostras da sua eterna juventude.
You got me rocking do disco Voodoo Lounge e Rough justice do seu último trabalho A Bigger Bang foram os temas mais “novos” que a banda tocou, o que é compreensível, dado que quase toda a gente presente espera pelos clássicos. No entanto, apesar de terem presenteado o público com os temas mais óbvios, Mick e companhia foram ainda buscar alguns tesourinhos, estes não deprimentes, mas sim de grande orgulho, como You got the silver, She’s so cold, Bitch e I wanna hold you, este último cantado por Keith Richards, que se mostrou ao público lisboeta parecendo ainda estar no filme Piratas das Caraíbas.


Sempre em grande forma, Mick Jagger percorria de um lado para o outro e de cima para baixo, o grande palco, parecendo ainda ser o mesmo homem de há 20,30 ou 40 anos atrás. Decerto muitos na mesma faixa etária devem ter pensado para si mesmo como seria possível...
Um dos momentos altos para o público português foi a entrada em palco da fadista Ana Moura para cantar em dueto com Mick Jagger a música No Expectations. Ela, que já tinha trabalhado num projecto com os Stones, que a descobriram numa casa de fados e ficaram encantados com ela. Embora a voz lhe tenha falhado com a emoção de estar a cantar para milhares de pessoas, o produto final acabou por ser positivo e de grande orgulho para o público. Mick agradeceu e por diversas vezes experimentou falar umas palavras em português. O público estava rendido.
Com Ron Wood em grande forma e a manter o grupo coeso, especialmente em Can’t you hear me knockin, os Rolling Stones iam aos poucos preparando a multidão para uma surpresa. Muitos já tinham ouvido falar dela mas não a esperariam assim tão boa. A meio de It's only rock 'n roll (but I like It), o palco central começa a mexer-se e a vir de encontro ao público e a percorrer o centro do estádio. O público delirou com o facto de estar tão perto dos seus ídolos. Uma espécie de recompensa para quem não consegue estar tão perto do palco. Seguiram-se Satisfaction, que, obviamente foi o ponto alto em termos de coro, porém quem olhava para trás para o palco principal começava a ver uma boca e língua gigante, o símbolo mítico da banda, a ser insuflada no topo. Adivinha-se o que se seguiria. Honky Tonk Women. Uma labareda gigante fez aquecer até a mais friorenta das pessoas em Alvalade e os primeiros acordes do diabo sentiam-se... Sympathy for the devil fez estremecer o estádio e Mick Jagger sentiu-se, literalmente, no topo do mundo a balancear-se como um jovem de 20 anos. Inesquecivel.
Seguiram-se Paint It Black, uma das músicas mais dark e míticas, a qual continua a falhar uma homenagem a Brian Jones, um dos membros mentores da banda desaparecido em 1969. Jumpin’ Jack Flash e Brown Sugar acabaram em beleza o concerto fazendo água na boca às cerca de 30 mil pessoas presentes em Alvalade.

Duas horas de concerto, apesar de tudo, souberam a pouco. Faltaram alguns clássicos, mas nem sempre se pode agradar a todos quando se tem uma carreira de 45 anos... Esperemos que nos 50 anos de carreira cá estejam de novo para nos trazer todos esses clássicos naquela que será uma celebração não apenas de carreira mas sim de vida. Vida dedicada à música. Eles sempre hão de saber “how to rock and to roll”.

17 março 2006

Deep Purple - Rapture of the Deep (2005)

"This is Rapture of the Deep"...

Quase 40 anos de carreira, digressões esgotadas e 170 milhões de discos vendidos parecem não ser suficientes para os Deep Purple! O que leva estes Dinossauros a continuar? Só eles e os Rolling Stones é que lá sabem!Mas certamente que o ditado vaticinado por Paul Simon - "Still Crazy After All These Years"- é uma desculpa plausível...
Surpresa das surpresas, o novo disco da banda - "Rapture of the Deep" - é um álbum digno da velha aura dos Purple. Desde "Perfect Strangers" (1984), que não ouviamos Ian Gillan e Compª. soar tão frescos e versáteis misturando a fórmula Hard Rock com o Blues, o Clássico e o Jazz.
"Rapture of the Deep" gravado em apenas três semanas reflecte um verdadeiro espirito de camaradagem e química musical que só as rugas do tempo permitem alcançar.
O álbum começa com uma excelente "rocalhada" á moda dos velhos tempos - "Money Talks", onde Ian Gillan canta sobre os vícios que a fama e o dinheiro trazem a uma sociedade cada vez mais orientada pelo "Vil Metal". Seguem-se o boogie-whoogie sobre as groupies que cercam o negócio do rock n roll em "Girls Like That" e o heavy blues de "Wrong Man", com destaque para mestria do guitarrista Steve Morse.
A verdadeira está reservada para o quarto tema do álbum,"A Rapture of the Deep"! Nunca a música turca, o jazz sinfónico e as guitarras aero-espaciais haviam sido tão bem conseguidos num tema rock! Um clássico para rivalizar com "Smoke on the Water".
O álbum entra numa toada mais calma em "Clearly Quite Absurd", talvez uma tentativa frustrada de compor uma balada para passar nas rádios. Mas os amplificadores voltam a subir de tom em "MTV" uma sátira brilhante sobre as rádios e os canais de música estarem nas mãos de burocratas que não percebem nada de música! "I´´m sure i won´t play you anything new..."
A fechar, o épico "Before Time Began" um retrato quase perfeito sobre a insanidade que atravessa os nossos dias..."Someone is murdering my sisters and brothers, in the name of some God or another"! Bingo!

David Gilmour - On an Island (2006)

"Remember that Night...white sails in the Moonlight..."

Já lá vão 12 anos desde o último disco de estúdio dos Pink Floyd - "The Division Bell"!
David Gilmour, ao contrário do que muito pensaram, decidiu não prolongar por muito mais tempo a carreira do grupo "post- Roger Waters".
Nos 7 anos seguintes, a carreira musical ficou para trás. Montou uma empresa de aviões, casou-se, teve filhos e ajudou as mais diversas causas humanitárias pelo mundo fora. E foi precisamente por essas causa, que Gilmour voltou acidentalmente ao activo.
Estávamos em Julho de 2005. Bob Geldof organizador do "Live 8" consegue convencer os Pink Floyd (Gilmour, Mason e Wright) a juntarem a Roger Waters para uma actuação única e histórica em Hyde Park.
O grupo conseguiu não só convencer os mais cépticos (que nunca acreditariam em tal reunião), como também uma geração nova de fãs, ávidos de voltar a ver os Pink Floyd ao vivo.
Nos meses seguintes, gerou-se uma enorme espectativa sobre o regresso dos Floyd à ribalta. Contudo, David Gilmour (detentor legal sobre os direitos de utilização do nome do grupo) optou por negar todos os rumores e pos um ponto final na carreira da banda de "Dark Side of the Moon".
"On an Island" é o terceiro disco a solo de Gilmour, depois de "David Gilmour" (1978) e "About Face"(1984). A acompanhar o guitarrista, está um elenco de luxo: Rick Wright, teclista dos Pink Floyd; Guy Pratt, baixista das últimas digressões do Pink Floyd; Robert Wyatt, vocalista e baterista dos Soft Machine e Phil Manzanera, guitarrista dos Roxy Music e co-produtor do álbum.
Músicalmente, o álbum é irrepreensivel e transporta-nos imediatamente para os ambientes de nostalgia "Floydiana". Basta escutar o primeiro tema, "Castellorizon" e está lá tudo. Os solos de guitarra imaculados; os teclados ambientais a juntar aos efeitos sonoros tão característicos da história da banda.
A voz de Gilmour continua fresca, o tema "On an Island" encontram se afinidades com "Echoes" (de Meddle, 1971) e "Fat Old Sun" (de Atom Heart Mother, 1970). Liricamente é o melhor tema do álbum, com as vocalizações de Graham Nash e David Crosby a brilhar por entre os olhares do céu estrelado e viagens perdidas no meio do Oceano.
A nostalgia do tempo que já passou ("Pocket Full of Stones"), as pressões da meia idade ("Take a Breathe") acabam por afectar a maré de um álbum, onde as letras a atirar para o Phil Collins, são o ponto menos bem aproveitado do disco (escute-se "This Heaven" ou "Smile").
Polly Samson, jornalista e mulher de Gilmour, não tem certamente a visão "newtoniana" e inspirativa de um Roger Waters ou a alucianação criativa de um Syd Barrett.
Não é propriamente um disco dos Pink Floyd, mas não anda longe. Veremos o que Roger Waters tem a dizer... "Which One´s Pink?". (7/10)

24 janeiro 2006

Os Beatles Perdidos No Tempo - Introdução


A história dos Beatles está, certamente, por demais contada, recontada, relambida ou até mesmo gasta do tanto que já se falou, especulou ou mesmo lucrou à volta da mesma. A vida do quarteto fantástico, composto por John,Paul,George e Ringo é, por demais, sobejamente conhecida. Fica, então, a interrogação no ar. Que mais poderá, então, se dizer acerca dos Beatles? Não terá sido tudo dito? Certamente que sim, no entanto, em memória de alguns intervenientes nesse grande romance musical do século XX, denominado "Beatles", aqui ficam as histórias e estórias de personalidades que fizeram parte de toda essa grande viagem, agora esquecidas pelo tempo, que se encarregou de os condenar ao esquecimento, uns mais que outros...
Muito se tem dito sobre quem foi ou terá sido, realmente, o quinto Beatle. Nomes como George Martin ou Brian Epstein foram alguns dos mais referidos. Até mesmo o recém-falecido George Best, famoso jogador do Manchester United durante a década de sessenta, foi conotado como o quinto Beatle, apesar deste ter sido apontado pela sua excentricidade dentro e fora dos relvados, bastante adiantada no tempo, tal como os Beatles o foram. No entanto, não podemos apontar este ou aquele como o verdadeiro quinto Beatle, porque realmente não “O” há. Aqui ficam, então, os vários "quinto Beatle"...

04 novembro 2005

European MTV music awards

Music??? ou lixo?? Ainda me lembro, há uns 10 anos quando os MTV european music awards eram uma coisa fantástica porque tinham o melhor dos USA e o melhor da Europa. Já na altura os Music Awards americanos eram horríveis. Eram, mais ou menos, como são os Grammies. Hoje em dia é tudo igual. Lixo musical misturado com publicidade, empresas, modelos. Tudo ao molho e o que antes interessava, a música, agora é um acessório para esta máquina comercial, que é a MTV