Novo single dos Walkmen, para um novo álbum a sair no final do mês e para ouvir em breve no Optimus Primavera Sound.
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11 maio 2012
09 março 2011
Altamont Recomenda:
Novo vídeo dos The Walkmen, ainda retirado do último álbum, Lisbon. No words needed.
15 novembro 2010
Fotoreportagem: The Walkmen - Coliseu: 14/11/2010
(clicar na imagem para mais fotos)
Mais um domingo, mais um grande concerto. E com grande não digo comprido, porque essa foi a meu ver a grande pecha - foi curto. Olhei à minha volta e todos estavam com vontade de mais quando terminou "We've Been Had", anunciada como última música, mas foi mesmo pela hora e meia que se ficou. De qualquer forma tinha sido hora e meia muito muito intensa. Olhem mais abaixo para o setlist e reparem nas 4 primeiras músicas - a calmia de "While I Shovel the Snow" de começo para depois logo de seguida partir a loiça toda com uma sequência infernal de "In The New Year", "Angela Surf City" e "The Rat". A voz de Hamilton Leithauser levada ao limite ali à nossa frente foi de arrepiar. A meu ver os The Walkmen têm na sua voz o elemento arrebatador, e ali ao vivo foi óbvio para toda a gente isso mesmo. Não que falte qualidade aos restantes elementos, pelo contrário, mostraram até versatilidade com várias trocas de instrumentos. Numa palavra, intensidade, intensidade, intensidade. É isso que define os The Walkmen.
Para Os Golpes fica um pedido de desculpas da minha parte por não ter conseguido chegar a tempo de ver a sua performance na íntegra e uma promessa que tentarei apanhá-los assim que possível. Das impressões que recolhi de pessoas que os assistiram recebi nota bastante positiva para eles.
Setlist:
While I Shovel The Snow; In The New Year; Angela Surf City; The Rat; Blue As Your Blood; Victory; On The Water; Everyone Who Pretended To Like Me Is Gone; Canadian Girl; Woe Is Me; Lisbon; All Hands And The Cook; Juveniles
Encore:
Donde Está La Playa; I Lost You; We've Been Had
Etiquetas:
Alex,
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The Walkmen
12 outubro 2010
Álbum Fresquinho: The Walkmen - "Lisbon"
Não parece, mas Lisbon é já o sexto álbum dos The Walkmen. E não parece por um motivo muito simples - foram sempre uma espécie de tesouro escondido do rock americano. Num momento em que já vimos o que aconteceu com os Killers e os Kings of Leon é de enaltecer a sabedoria desta banda em saber esconder-se de quem se devia esconder e mostrar-se a quem se devia mostrar, mantendo sempre a sua identidade e filosofia, o que a meu ver é uma forma de estar crucial para a criação de uma certa intemporalidade. Ouvir hoje "The Rat", (do álbum Bows + Arrows) arrebata-nos da mesma forma do que quando foi lançada em 2004 e arrisco-me a afirmar que tanto essa música como a restante obra dos The Walkmen perdurará, que é algo a que poucas bandas de hoje podem almejar.
Fazendo fast forward para 2010 temos então Lisbon. Logo que se soube o nome do álbum lançou-se a dúvida - seria um tributo à cidade ou estaria relacionado com o nome das personagens de "Virgin Suicides", filme de Sofia Coppola? À cidade pois então, que serviu de inspiração derivada da agradável passagem da banda duas vezes pela nossa capital entre Dezembro de 2008 e Agosto de 2009, e ganhou não só o nome do álbum, mas também de uma música, a música que fecha o álbum (não é normal começar a analisar o álbum pelo fim, mas também ninguém disse que isto tinha de ser uma crónica normal, pelo que cá vai). "Lisbon" música é minimalista, quase despida de tudo o que não é essencial, e onde os instrumentos vão aparecendo de forma cadenciada, juntos atingem um clímax e depois um a um desaparecem. É um bom tema para fim de disco, mas antes de lá chegar Lisbon álbum tem mais e melhor para dar. Tem "Stranded", tema escolhido para single e que dá a impressão de estar encalhado sim, mas num bar algures no México nos anos 50, dado o fundo de cornetas mariachi style constante. Tem "Victory" exclamada a plenos pulmões, mas por nunca estar do lado do narrador e não em tom de celebração. Tem "Juveniles", música de abertura e que logo nos suga para o que vem aí com a sua jovialidade. Tem "Blue is your Blood", onde a voz de Hamilton Leithauser paira acima de um ritmo constante, como de um comboio em movimento. Tem "Woe is Me", excelente música de lamentação. E tem, para mim acima de todas as outras, "Angela Surf City". A intensidade pura que a banda nos foi mostrando ao longo da sua carreira assume diferentes formas e no caso deste tema assume a forma enérgica, onde sentimos o sangue a correr nas nossas veias, num crescendo até ao desespero de ter perdido alguém sem saber como nem porquê, patente no refrão "You took the highway, I couldn't find you!".
O som dos The Walkmen, baseado em instrumentos vintage e que remexe pelo garage rock com toques de rockabilly e surf rock marca quem lhes dê mais atenção. E nada como dar uma oportunidade já no próximo dia 14 de Novembro, quando nos mostrarão este Lisbon no Coliseu dos Recreios.
Enjoy!
Fazendo fast forward para 2010 temos então Lisbon. Logo que se soube o nome do álbum lançou-se a dúvida - seria um tributo à cidade ou estaria relacionado com o nome das personagens de "Virgin Suicides", filme de Sofia Coppola? À cidade pois então, que serviu de inspiração derivada da agradável passagem da banda duas vezes pela nossa capital entre Dezembro de 2008 e Agosto de 2009, e ganhou não só o nome do álbum, mas também de uma música, a música que fecha o álbum (não é normal começar a analisar o álbum pelo fim, mas também ninguém disse que isto tinha de ser uma crónica normal, pelo que cá vai). "Lisbon" música é minimalista, quase despida de tudo o que não é essencial, e onde os instrumentos vão aparecendo de forma cadenciada, juntos atingem um clímax e depois um a um desaparecem. É um bom tema para fim de disco, mas antes de lá chegar Lisbon álbum tem mais e melhor para dar. Tem "Stranded", tema escolhido para single e que dá a impressão de estar encalhado sim, mas num bar algures no México nos anos 50, dado o fundo de cornetas mariachi style constante. Tem "Victory" exclamada a plenos pulmões, mas por nunca estar do lado do narrador e não em tom de celebração. Tem "Juveniles", música de abertura e que logo nos suga para o que vem aí com a sua jovialidade. Tem "Blue is your Blood", onde a voz de Hamilton Leithauser paira acima de um ritmo constante, como de um comboio em movimento. Tem "Woe is Me", excelente música de lamentação. E tem, para mim acima de todas as outras, "Angela Surf City". A intensidade pura que a banda nos foi mostrando ao longo da sua carreira assume diferentes formas e no caso deste tema assume a forma enérgica, onde sentimos o sangue a correr nas nossas veias, num crescendo até ao desespero de ter perdido alguém sem saber como nem porquê, patente no refrão "You took the highway, I couldn't find you!".
O som dos The Walkmen, baseado em instrumentos vintage e que remexe pelo garage rock com toques de rockabilly e surf rock marca quem lhes dê mais atenção. E nada como dar uma oportunidade já no próximo dia 14 de Novembro, quando nos mostrarão este Lisbon no Coliseu dos Recreios.
Enjoy!
15 julho 2010
Altamont recomenda: #4
Mais uma recomendação Altamont, desta feita "Stranded", música que serve de apresentação ao novo álbum dos The Walkmen, que será lançado no próximo mês de Setembro. Realce para o nome do álbum - Lisbon - que se deve ao facto de, segundo a própria banda, terem sido bastante influenciados pelas duas passagens pela nossa capital (Dezembro 2008 no Super Bock em Stock e Julho 2009 no Super Bock Super Rock) durante o processo de composição do novo álbum. A ouvir!
30 dezembro 2009
Talvez Relacionado #29
Epá, raios me partam se esta música não é umas das melhores que se fizeram em rock nesta década que passou! "The Rat", dos The Walkmen. E tenho dito!
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